Por: Hds
Desde o início dos anos 2010 a Marvel foi tomada pela política de "representatividade", ou se quiser, "diversidade" que arruinou a qualidade das histórias transformando-as em panfletos vagabundos de partidos políticos. Ao invés de entreter ela dá sermões chatos e repetitivos e transforma heróis em militantes babacas, que defendem estereótipos foleiros de figurantes que se vitimizam o tempo todo ou tentam desesperadamente parecerem descolados.
Enquanto tenta convencer os leitores que não fugiram do lixo que ela produz atualmente, a editora segue aproveitando pra chutar o cachorro morto. Sendo que hoje ela não passa da divisão de quadrinhos fracassada da Disney que tenta agradar sabe-se lá quem diabos que ainda lê essa tralha. Já que até as minorias às quais ela direciona as revistas estão cagando e andando pra ler super-heróis ruins.
Pois bem. O Capitão América está completando 80 anos e qual é a ideia da Marvel para homenagear o herói? Contratar uma puta equipe criativa com Ed Brubaker nos roteiros e Alex Ross na arte pintada pra trazer um mega especial de encher os olhos dos fãs? Claro que não sua besta! Você não leu o primeiro parágrafo, caralho?
A ideia é trazer um título que reduz a importância do Capitão criando (ou reaproveitando) diversos capitães "estadunidenses" que não passam de cópias militantes de causas sociais. A minissérie The United States of Capitain América vai sair entre junho e agosto desse ano e tem um plot totalmente retardado: o escudo do Capitão foi roubado por uma vilã e agora o próprio Steve Rogers, Bucky Barnes, Sam Wilson e John Walker devem procurar pelo objeto. Mas peraí! Não seria mais fácil pedir ajuda de algum mutante ou herói que tivesse o poder de localizar o escudo do que sair procurando? Afinal, ou a vilã vai usá-lo, o que vai tornar imediata a localização, ou vai tentar (sei lá) vender pelo fato de ser feito de Vibrânio em algum mercado negro. O que acabaria deixando rastros pra que ele fosse identificado do mesmo jeito. O roteiro burro de Christopher Cantwell já dá ideia da tosqueira...
Os "Capitães Américas Locais" (eu chamaria de capitães américas FECAIS) assim chamados pela Marvel lutarão pelas "comunidades" deles, pois como um site imbecil e tendencioso cujo nome não vou citar falou, "eles são gente como a gente". Isso significa que são um bando de assistentes sociais cagadores de regra que não enfrentam vilões, pois não é mais "socialmente aceitável" que heróis façam isso. Assim como o estrume Occupy Avengers, essa vai ser uma daquelas historinhas pedantes estilo roadstory.
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Steve Rogers combate o preconceito ao lado do Capitão Touro Sentado. Nada mal pra um homem branco-hétero-cis-fascista -homofóbico-nazista (verdade) -opressor-machista... |
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